As “buchas” farão falta no novo modelo das eleições proporcionais

As eleições 2020 se aproximam e com ela os pensamentos de como se movimentar no novo modelo implantado nas eleições proporcionais em todo o país , as figuras das “buchas” estão cada vez mais valorizadas e escassa.

Historicamente “A Bucha tinha então uma estrutura bem definida e funcionava sob a liderança de um “chaveiro” (pessoa que detinha maior poder), apoiado por um “Conselho de Apóstolos” e um “Conselho dos Invisíveis”. O ritual de admissão de um candidato era como de um clube fechado. Para o ingresso na sociedade, era necessário que a admissão fosse proposta por outros membros e, uma vez aceito, o novo “bucheiro” deveria pagar mensalidades proporcionais à sua hierarquia. A hierarquia, começando do nível mais baixo, estruturava-se em “catecúmenos”, “crentes” e “apóstolos” (estes no total de 12, considerados membros mais importantes). O “bucheiro” iniciado deveria fazer o seguinte juramento: “Juro pela minha honra jamais revelar a quem quer que seja o que me vai ser confiado hoje. Serei o mais infame dos homens se faltar a esse meu juramento”.

A nova modalidade de eleição aprovada pelo congresso nacional está tirando o sono de diversos vereadores que estão no mandato , pois as “buchas” não querem sequer aproximação , pelo menos as que tem esperança de conseguir o pleito , restando apenas aqueles que são acostumados a ganhar simples empregos públicos por 4 anos .

Acompanhando o andar da carruagem para as eleições 2020, no Maranhão , em especial São Luís , vemos os partidos com dificuldades para formar “ o time”, haja vista que a maioria não querem entrar em partidos que contenham vereadores de mandato , fazendo com que os vereadores percam o sono.

As buchas não valorizadas antes , agora farão falta…

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