Júlio Filho quer mandato estadual enquanto Ribamar afunda em problemas e o pai torra orçamento bilionário sem resultados

Júlio Filho quer mandato estadual enquanto Ribamar afunda em problemas e o pai torra orçamento bilionário sem resultados

O levantamento exclusivo divulgado pelo blog Joerdson Rodrigues escancara um dado difícil de ignorar: a Prefeitura de São José de Ribamar, sob o comando do prefeito Dr. Julinho, movimentou em 2025 mais de R$ 1,056 bilhão. Um orçamento robusto, quase bilionário, que deveria ter transformado a cidade. Mas a realidade nas ruas conta outra história.

Enquanto os números impressionam no papel, a população convive com ruas esburacadas, saúde pública sobrecarregada, coleta de lixo ineficiente e um trânsito cada vez mais caótico. Falta manutenção, falta planejamento e, sobretudo, faltam resultados visíveis. Diante disso, a pergunta deixa de ser retórica e passa a ser cobrança direta: para onde foi tanto dinheiro público?

É nesse ambiente de insatisfação que surge Júlio Filho, tentando se vender como renovação na política estadual. Mas o discurso soa frágil. Júlio Filho não aparece como ruptura, e sim como continuidade de um projeto administrativo que não entregou o que prometeu. Ser “novo” apenas na idade ou no cargo não apaga a vinculação direta com uma gestão amplamente questionada pela população.

A tentativa de separar a imagem do filho da avaliação do pai não convence. Pelo contrário, para muitos ribamarenses, a pré-candidatura parece mais um projeto de poder familiar do que uma resposta real aos problemas do município. Antes de pedir votos para um mandato estadual, a família política precisaria explicar por que, com tanto recurso disponível, Ribamar continua enfrentando problemas básicos que afetam diretamente a dignidade da população.

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